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"Apesar da filosofia cristã pensar a partir de certezas inteiramente indubitáveis, ocorre que justamente a filosofia cristã é capaz de realizar mais puramente o verdadeiro sentido da admiração filosófica, da admiração baseada no não-saber". Josef Pieper
"A fé é maior do que a razão, mas a razão é maior do que qualquer outra coisa, e tem direito supremo em seu próprio domínio. Isto é o que antecipa e responde o clamor antirracional de Lutero e dos outros; como um poeta pagão me disse certa vez: 'A Reforma aconteceu porque as pessoas não tiveram cérebro para entender Aquino'." G.K. Chesterton
Arquivos do Autor:Rafael Carneiro Rocha
Santo Tomás de Aquino, por Chesterton
Artigo de G. K. Chesterton, publicado originalmente na revista The Spectator, em 27 de fevereiro de 1932, antes do autor lançar seu livro sobre Santo Tomás de Aquino. A versão original está disponível aqui. Tradução: Rafael Carneiro Rocha Santo Tomás de … Continuar lendo
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Cartas de amor de um santa
Minha amada Gaby escreveu uma resenha sobre o livro epistolar da Santa Gianna, para o blog Cozinha e Biblioteca, incluindo a transcrição de uma carta. Cartas de amor de uma santa é um livro que reúne as cartas de Santa … Continuar lendo
Sob o sol de satã, de Georges Bernanos
Entretanto o demônio está… Está na oração do homem só, em seus jejuns e penitências, nos abismos de seus mais profundos êxtases, na calmaria de seu coração. É ele que envenena as águas lustrais ou arde na cera dos altares, … Continuar lendo
O deserto do amor, de François Mauriac
Início do século XX, interior da França. O doutor Courrèges e seu filho adolescente Raymond se apaixonam pela mesma mulher de reputação contestada, Maria Cross. São igualmente rejeitados. No romance O deserto do amor, de François Mauriac (1885-1970), a incomunicabilidade … Continuar lendo
A história de Tobias e Sara, de Paul Claudel
Nietzsche constata em Além do bem e do mal: O cristianismo perverteu a Eros, este não morreu, mas degenerou-se. Tornou-se vício. Não tenho condições de falar a partir do fundo protestante que Nietzsche vivia, mas pelo menos a tradição católica, que … Continuar lendo
Meditação de Paul Claudel sobre São José
Enquanto a Gaby e eu falávamos sobre Paul Claudel me veio, subitamente, a vontade de emudecer diante da meditação abaixo. Para breve aqui no blog, prometo comentários sobre o autor, com foco em sua obra dramatúrgica. Quando as ferramentas são colocadas em seu … Continuar lendo
O homem que foi quinta-feira, de G.K. Chesterton
No fim do corredor havia uma porta que foi aberta engenhosamente por Buttons, desvendando um quadro azul-prateado do rio ao luar, semelhante a um cenário de teatro. A poucos passos achava-se uma escura e minúscula lancha a vapor, que parecia … Continuar lendo
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Fomos os sacrificados, de John Ford
John Ford serviu as forças armadas americanas durante a II Guerra. Nos créditos de seu filme They were expendable (1945), sua patente é escrita na tela. Justíssimo. Se em todos os seus filmes, a beleza das encenações envolve o porte rigoroso dos atores … Continuar lendo
Memórias de Brideshead, de Evelyn Waugh
Quando a filosofia do século passado se descortinava em imbróglios de todos os gêneros, a grande literatura triunfava a partir da própria decadência cultural. Na Europa que ainda é o nosso pensamento, muitas das nossas disposições de espírito para os costumes são influencidas pela caducidade … Continuar lendo
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Toy Story e a beleza da finitude
Toy Story 3, encerrado na beleza da finitude, grava o significado da arte. Quando escrevi sobre Up, depois do preâmbulo elogioso que repito para Toy Story 3, afirmei que os filmes da Pixar são narrativas sobre perigos. Os bonecos sempre correm … Continuar lendo