Arquivos do Autor:Rafael Carneiro Rocha

Santo Tomás de Aquino, por Chesterton

Artigo de G. K. Chesterton, publicado originalmente na revista The Spectator, em 27 de fevereiro de 1932, antes do autor lançar seu livro sobre Santo Tomás de Aquino. A versão original está disponível aqui.  Tradução: Rafael Carneiro Rocha Santo Tomás de … Continuar lendo

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Cartas de amor de um santa

Minha amada Gaby escreveu uma resenha sobre o livro epistolar da Santa Gianna, para o blog Cozinha e Biblioteca, incluindo a transcrição de uma carta. Cartas de amor de uma santa é um livro que reúne as cartas de Santa … Continuar lendo

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Sob o sol de satã, de Georges Bernanos

 Entretanto o demônio está… Está na oração do homem só, em seus jejuns e penitências, nos abismos de seus mais profundos êxtases, na calmaria de seu coração. É ele que envenena as águas lustrais ou arde na cera dos altares, … Continuar lendo

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O deserto do amor, de François Mauriac

Início do século XX, interior da França. O doutor Courrèges e seu filho adolescente Raymond se apaixonam pela mesma mulher de reputação contestada, Maria Cross. São igualmente rejeitados. No romance O deserto do amor, de François Mauriac (1885-1970), a incomunicabilidade … Continuar lendo

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A história de Tobias e Sara, de Paul Claudel

Nietzsche constata em Além do bem e do mal:  O cristianismo perverteu a Eros, este não morreu, mas degenerou-se. Tornou-se vício.  Não tenho condições de falar a partir do fundo protestante que Nietzsche vivia, mas pelo menos a tradição católica, que … Continuar lendo

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Meditação de Paul Claudel sobre São José

Enquanto a Gaby e eu falávamos sobre Paul Claudel me veio, subitamente,  a vontade de emudecer diante da meditação abaixo. Para breve aqui no blog, prometo comentários sobre o autor, com foco em sua obra dramatúrgica. Quando as ferramentas são colocadas em seu … Continuar lendo

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O homem que foi quinta-feira, de G.K. Chesterton

No fim do corredor havia uma porta que foi aberta engenhosamente por Buttons, desvendando um quadro azul-prateado do rio ao luar, semelhante a um cenário de teatro. A poucos passos achava-se uma escura e minúscula lancha a vapor, que parecia … Continuar lendo

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Fomos os sacrificados, de John Ford

John Ford serviu as forças armadas americanas durante a II Guerra. Nos créditos de seu filme They were expendable (1945), sua patente é escrita na tela. Justíssimo. Se em todos os seus filmes, a beleza das encenações envolve o porte rigoroso dos atores … Continuar lendo

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Memórias de Brideshead, de Evelyn Waugh

Quando a filosofia do século passado se descortinava em imbróglios de todos os gêneros, a grande literatura triunfava a partir da própria decadência cultural. Na Europa que ainda é o nosso pensamento, muitas das nossas disposições de espírito para os costumes são influencidas pela caducidade … Continuar lendo

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Toy Story e a beleza da finitude

Toy Story 3, encerrado na beleza da finitude, grava o significado da arte. Quando escrevi sobre Up, depois do preâmbulo elogioso que repito para Toy Story 3, afirmei que os filmes da Pixar são narrativas sobre perigos. Os bonecos sempre correm … Continuar lendo

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